“Dicionário de Segunda – Palavras do Mundo Cervejeiro”, com tom leve, educativo e envolvente para abrir bem a semana no blog A Arte da Cerveja:
Você já leu em algum rótulo ou ouviu alguém no bar falar “essa cerveja tem dry hopping” e ficou sem saber o que significa? Calma que a A Arte da Cerveja te explica!
🌿 O que é Dry Hopping?
Dry hopping é uma técnica usada na produção de cervejas, especialmente nas lupuladas como IPAs, onde o lúpulo é adicionado depois da fervura, durante a fermentação ou maturação.
Diferente da adição de lúpulo na fervura, que extrai principalmente o amargor, o dry hopping é feito a frio — e por isso extrai mais aroma do que amargor. Ele preserva os óleos essenciais e o aroma do lúpulo.
E o que isso muda na cerveja?
O resultado são aquelas cervejas super aromáticas, com notas que lembram frutas tropicais, cítricos, pinho, florais ou até resina — dependendo da variedade do lúpulo. Você sente isso antes mesmo de dar o primeiro gole. É aquele cheiro que salta do copo logo que você aproxima o nariz.
Um toque do mestre cervejeiro
O dry hopping é uma arte: se exagerar, a cerveja pode ficar com gosto de mato ou até com um toque desagradável. Mas quando é bem feito… É poesia líquida!
Exemplos de cervejas com Dry Hopping
- IPAs e NEIPAs são as campeãs do dry hopping.
- Muitas Pale Ales também usam a técnica para valorizar o perfil aromático.
Um exemplo de dry hopping bem-sucedido é a cerveja brasileira Dogma Rizoma, da cervejaria Dogma que faz um belo uso do dry hopping.
Curiosidade da Vez
Existem variações como o double dry hopping (DDH), que significa que o lúpulo foi adicionado duas vezes nessa fase fria, para ainda mais aroma!
E aí, já provou alguma cerveja com dry hopping? Conta pra gente nos comentários!
Descubra mais sobre Arte da Cerveja - Maria Anita Mendes
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